O livro, na verdade já comecei a lê-lo umas dez vezes, Cem anos de Solidão, do famoso Gabriel Garcia Marquéz., mas não sei o que acontece, vou até um pedaço e paro, acho um pouco cansativo, me falta sintonia para aprecia-lo.
Querendo aproveitar a tarde, já fresquinha, é o outono querendo chegar, pensei, por que não?
Primeira pagina, segunda, terceira, quarta, logo me vi pensando em uma enorme taça de colegial, sorvete de creme, cobertura de chocolate, caramelo, chantili, cereja, desviava o pensamento, mas logo vinha, fios de ovos, manjar branco.
Coloquei o livro e os óculos ao meu lado, fechei os olhos, mas o pensamento era tão insistente, tentei fazer uma conversa comigo, fiz uma prestação de contas da minha vida, algumas prioridades e cochilei...
E então lá estava eu,passando um café, os pratinhos na mesa, garfinhos e as os copinhos, adoro tomar café no copo, mas eu não estava só, tinha como companheiro, então, intimo, Gabriel Garcia.
Esqueci, de contar, servia um delicioso bolo de laranja e ele gentilmente me levou flores...
Acordei, mas ainda fiquei deita pensado, outro dia escutei uma reportagem sobre sentir fome e ela dizia que a fome não era sentida pela barriga (barriga vazia), a fome era sentida pela cabeça.
Achei melhor levantar, a minha cabeça estava lotada de calorias e mais calorias, vou é comer um tomate, com licença....
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