“No infinito do meu ser, eu sempre soube que já te conhecia.
Não sei se você foi meu irmão, meu amado, ou meu algoz...
Mas sei, que eu já te conhecia!
Nos seus olhos de hoje vejo historias de outrora,
No meu coração!... você sempre esteve!
Almas gêmeas?
O que seria, amor ou bruxaria?
Sonho, encantamento, não sei, só sei que eu já te conhecia!
São Paulo, 18 de outubro de 1983."
Encontrei esse poema dentro de um livro, me comovi. Lá estava ele perdido entre suas paginas já amareladas... Há quanto tempo esquecido, quem escreveu? Imaginei uma historia de amor, linda, plena! Quem teria sentido tal sentimento... Amado assim?
Algumas palavras estavam borradas, seriam de lagrimas? Como foi para esse alguém olhar o outro e se enxergar nele? Ter a sensação de conhecê-lo de outras Eras... Outos tempos! Ter a coragem de sonhar esse sonho... Ter a sua alma tatuada, marcada, recordar, se reencontrar e novamente se apaixonar!
São tantos os mistérios dessa vida, que às vezes penso: será a vida uma grande brincadeira, um filme? Uma noite de sonho eterno?

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