sábado, 3 de dezembro de 2011

Te conheço...

Consuelo era amiga da minha mãe na década de 70, uma mulher Alemã, um rosto nada comum.  Não era do tipo que se parece com fulana, tem o jeito de cicrana... Era bem diferente, não era possível existir duas Consuelos.
                Quase trinta anos sem ter notícias de Consuelo, estou com meu carro estacionado na rua da estação do metrô Clinicas quando vejo parada perto de mim alguém muito familiar, me encho de emoção e  saio do carro toda risonha... Nossa quanto tempo!  Me aproximo e digo: “Você não é a Consuelo?” Levei um banho de agua fria após ela responder que não. Voltei para o carro sem graça, ela era muito parecida. Bom, enganos acontecem!
Uma semana depois, estou em frente a uma casa de material de construção, vejo se aproximar de mim alguém muito “familiar”, mesma emoção, mesmo sorriso, pergunto:  “Você é a Consuelo?” A mulher olha para mim indignada e diz: “Você já me perguntou isso outro dia! Eu não sou a Consuelo.” e continuou andando. Que fora...
Nunca mais achei ninguém igual à Consuelo e se encontrar alguma pessoa parecida com ela, juro, fingirei que não conheço.....
Ficará para um próximo texto a historia do Dr Eucário. Não consigo me concentrar, pois ainda é muito recente e quando começo a escrever sobre isso tenho ataques de riso. Também foi muito constrangedor! Fato verídico e não tão inédito na minha ficha de precipitações.
Mirtes, espero que nossa amizade seja repleta de boas historias e que sempre, entre nós, o carinho seja o elo dessas fraternas e gostosas precipitações.


2 comentários:

  1. Caramba...que coincidência! Justamente em SP vc encontrar duas vezes com a mesma pessoa...rs
    Com certeza da próxima vez a pseudo-Consuelo vai fugir de vc...rsss

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  2. caramba.....só vc mesmo, Clo!!! rsrsrsrs

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